Cristo Redentor
Aqui do lado: o trem do Corcovado sai do Cosme Velho, a uma caminhada do Mirante, e sobe pela floresta até a estátua de 1931, a 710 metros de altura.
Guia do Mirante
Os clássicos da cidade, escolhidos para quem se hospeda em Laranjeiras: da roda de samba à trilha na floresta, da praia ao barroco dourado.
6 lugares
Os símbolos do Rio — e alguns deles ficam bem perto de Laranjeiras.
Aqui do lado: o trem do Corcovado sai do Cosme Velho, a uma caminhada do Mirante, e sobe pela floresta até a estátua de 1931, a 710 metros de altura.
O bondinho, de 1912, sobe em duas etapas até o topo, com vista para a baía, Copacabana e o Cristo. O pôr do sol é o momento mais disputado.
O bairro vizinho dos casarões, ateliês e mirantes — e do bondinho amarelo, que cruza os Arcos da Lapa desde 1896.
215 degraus cobertos por milhares de azulejos de dezenas de países — a obra de uma vida do artista chileno Jorge Selarón.
Gratuito e menos conhecido: de frente para o Pão de Açúcar e a Enseada de Botafogo, com o Cristo logo acima.
Um pavilhão oriental de 1903 no meio da floresta, com a Lagoa, o Cristo e o mar lá embaixo.
9 lugares
O Rio sai à noite para a rua: rodas de samba e choro, botecos e casas de show.
Coração da boemia carioca desde o início do século XX. Nas noites de sexta e sábado, as ruas em volta dos Arcos se enchem de gente, e as casas da Rua do Lavradio e da Rua Joaquim Silva têm samba, choro e forró.
Casarão na Rua do Lavradio decorado com milhares de antiguidades, que virou uma das casas de samba e choro mais conhecidas da Lapa.
A lona de shows junto aos Arcos, desde 1982: palco histórico do rock brasileiro e de festas de todos os estilos.
Bares com vista, música ao vivo e clima de vila de artistas no alto do morro, por onde passa o bondinho.
Aqui do lado. A praça arborizada, com coreto e botecos em volta, é o ponto de encontro de Laranjeiras — e em alguns dias tem roda de choro e samba.
Aqui pertinho: feira de sábado com barracas de comida, pastel e, em geral, chorinho ao vivo.
O muro baixo à beira da baía onde o Rio se reúne no fim da tarde, com cerveja e bolinho de bacalhau do Bar Urca, aberto desde 1939, e o pôr do sol sobre a enseada.
O berço da bossa nova, na Rua Duvivier, onde pequenas boates viram passar Elis Regina, Jorge Ben e tantos outros no início da carreira.
Ruelas coloniais junto à Praça XV que, no fim do expediente, viram ponto de encontro com mesas na calçada.
5 lugares
O samba nasceu no Rio, nos quintais da Pequena África, e hoje está nas quadras, nas rodas de rua e na Avenida.
Símbolo da Pequena África, onde se encontravam Pixinguinha, Donga e João da Baiana. Tombada em 1984, recebe rodas de samba ao ar livre, em geral às segundas e sextas à noite.
Da zona portuária à Praça Onze viviam as “tias” baianas que abriam suas casas à música. No quintal de Tia Ciata nasceu “Pelo Telefone”, registrado por Donga em 1916 e considerado o primeiro samba gravado.
Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1984, recebe os desfiles das escolas de samba no Carnaval, diante de dezenas de milhares de pessoas.
Nos meses que antecedem o Carnaval, as escolas do Grupo Especial abrem suas quadras para ensaiar o samba que vão levar à Sapucaí — a melhor forma de sentir a bateria de perto.
No Carnaval de rua, centenas de blocos tomam a cidade. O mais antigo, o Cordão da Bola Preta, desfila no Centro desde 1918; em Santa Teresa, sai o Bloco das Carmelitas.
6 lugares
Cada praia tem seu jeito. Leve só o necessário, use protetor solar e confira a balneabilidade no site do Inea.
Os 4 km de areia mais famosos do mundo, com o calçadão de ondas de Burle Marx, quiosques e o Forte na ponta.
O trecho mais tranquilo, no início de Copacabana. O Caminho dos Pescadores contorna o morro junto ao mar.
Entre Copacabana e Ipanema. No fim da tarde, todo mundo sobe na pedra para ver o pôr do sol — e aplaude quando ele some no horizonte.
A praia da bossa nova, com o Morro Dois Irmãos ao fundo. Cada posto de salva-vidas tem sua turma; o Posto 9 é o mais famoso.
Continuação de Ipanema, mais familiar, com o Mirante do Leblon no fim da orla.
Pequena e de águas calmas, aos pés do Pão de Açúcar, ao lado da estação do bondinho.
8 lugares
Uma das maiores florestas urbanas do mundo, trilhas com vistas incríveis e cachoeiras a poucos minutos do asfalto.
Trilhas, mirantes e cachoeiras numa floresta replantada no século XIX. O Pico da Tijuca, com pouco mais de 1.000 metros, é o ponto mais alto do maciço.
A Cascatinha Taunay fica à beira da estrada; outras quedas, como a Cachoeira das Almas, estão a curtas caminhadas. Leve água e vá de manhã.
Criado por Dom João VI em 1808, tem a célebre aleia de palmeiras imperiais, plantada em 1842, orquidário e cerca de 6.500 espécies.
Palacete dos anos 1920 com piscina no pátio e o Cristo ao fundo, aos pés do Corcovado. Dali parte uma trilha puxada até o Cristo — melhor ir acompanhado de guia.
A Pedra Bonita tem trilha curta e a rampa de voo livre sobre São Conrado; a Pedra da Gávea (844 m) é uma das trilhas mais desafiadoras da cidade.
Trilha curta e íngreme que começa no Vidigal e termina numa das vistas mais bonitas de Ipanema e da Lagoa.
Espelho d’água cercado de montanhas, com ciclovia de cerca de 7,5 km, quiosques e pedalinhos.
Parque à beira da baía, inaugurado em 1965, com paisagismo de Burle Marx: ótimo para caminhar e pedalar com vista para o Pão de Açúcar.
5 lugares
Casas clássicas, feiras e os sabores de rua que todo carioca conhece.
Fundada em 1894, com espelhos trazidos da Antuérpia e salões art nouveau. Um café com doces portugueses ali é uma viagem à Belle Époque. Tem filial no Forte de Copacabana.
A maior feira livre do Rio, há mais de um século aos domingos na Avenida Augusto Severo: frutas, peixes e flores, pastel com caldo de cana, cozinha de imigrantes e rodas de samba.
O Nordeste no Rio desde 1945: comida típica, forró e repente no pavilhão do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas.
O antigo Bar Veloso, onde, conta a história, Tom Jobim e Vinicius de Moraes viam passar a moça que inspirou “Garota de Ipanema” (1962).
Feijoada no sábado, suco na esquina, açaí, pastel de feira e, na areia, mate gelado com biscoito Globo — clássicos do dia a dia carioca.
9 lugares
Museus, bibliotecas e teatros que contam a história do Rio e do Brasil.
Uma das bibliotecas mais bonitas do mundo: salão neomanuelino inaugurado em 1887 e cerca de 350 mil volumes — o maior acervo de obras portuguesas fora de Portugal.
Inaugurado em 1909, inspirado na Ópera de Paris. Vale assistir a um espetáculo ou fazer a visita guiada.
Nascida da biblioteca real trazida por Dom João VI, é a maior da América Latina. O prédio, de 1910, fica na Cinelândia.
Museu de ciências projetado por Santiago Calatrava e aberto em 2015 no Porto Maravilha.
Em frente ao Museu do Amanhã, conta a história e a arte do Rio; do terraço, vista para a baía.
Um dos principais acervos de arte brasileira dos séculos XIX e XX, a poucos passos do Theatro Municipal.
Exposições, cinema e teatro num prédio histórico do Centro — costuma ter as mostras mais disputadas da cidade.
Casa modernista com jardins de Burle Marx e um dos grandes acervos de fotografia do país — de onde vêm várias fotos antigas deste site.
Aos domingos, desde o fim dos anos 1960: artesanato, arte e comida na Praça General Osório.
7 lugares
Capital do Brasil por quase dois séculos, o Rio guarda marcas da Colônia, do Império e da República.
Casa dos governadores e palácio de Dom João VI e dos imperadores. Ali Dom Pedro I anunciou o Dia do Fico (1822) e a princesa Isabel assinou a Lei Áurea (1888). Hoje é centro cultural.
Sede da Presidência de 1897 a 1960, onde Getúlio Vargas morreu em 1954. Os jardins são abertos ao público — a poucos minutos daqui.
Principal porto de chegada de africanos escravizados nas Américas: entre 500 mil e 1 milhão de pessoas desembarcaram ali de 1811 a 1831. Patrimônio Mundial da UNESCO desde 2017.
Castelinho neogótico na baía, palco do último baile do Império, em novembro de 1889, dias antes da Proclamação da República. A Marinha organiza visitas de barco.
Casario de estilo colonial junto ao Rio Carioca, no vizinho Cosme Velho — perto da estação do trem do Corcovado.
Marca o lugar onde Estácio de Sá fundou a cidade, em 1565, entre o Pão de Açúcar e o Morro Cara de Cão.
A história do Brasil contada num conjunto de prédios coloniais junto à Praça XV.
7 lugares
Do barroco dourado ao modernismo: arte, arquitetura e fé.
Uma das obras-primas do barroco no Brasil, com o interior coberto de talha dourada. A missa de domingo de manhã, com canto gregoriano, é famosa.
Joia do barroco inaugurada em 1739, no alto de uma colina sobre a baía, com azulejos portugueses. Ali foram batizados os membros da família imperial.
Conjunto franciscano do início do século XVII no alto do Largo da Carioca; a igreja da Ordem Terceira tem um dos interiores dourados mais impressionantes do país.
Imponente igreja construída a partir de 1775, com cúpula monumental, no início da Avenida Presidente Vargas.
Cone de concreto de 75 metros de altura, concluído em 1979, com vitrais coloridos que vão do chão ao topo. Fica ao lado dos Arcos da Lapa.
Convento carmelita de 1750 que deu nome ao morro e ao bairro, bem acima dos Arcos.
No alto de uma pedra na Zona Norte, alcançado por uma escadaria de 382 degraus — tradicional caminho de promessas.
4 lugares
No Rio, futebol é assunto sério — e a cidade tem alguns dos estádios mais históricos do mundo.
Inaugurado para a Copa de 1950, palco do “Maracanaço”, da final da Copa de 2014 e do milésimo gol de Pelé (1969). Tem visita guiada e jogos quase toda semana.
Aqui no bairro: o estádio do Fluminense recebeu o primeiro jogo da Seleção, em 1914, e o primeiro título, em 1919.
Estádio do Vasco da Gama, inaugurado em 1927. O clube entrou para a história ao defender, em 1924, a presença de jogadores negros e operários em seu time.
Na areia, o futebol vira altinho (a roda de embaixadinhas) e futevôlei, esporte nascido em Copacabana nos anos 1960.
Horários, preços e programação mudam com frequência: confira antes de ir. Ficou com dúvida? Fale com a gente no WhatsApp. +55 (21) 99589-9015